Wednesday, November 14, 2007

CERTEZAS ABSOLUTAS EM NATAÇÃO


A técnica de nado em natação é algo que varia (e muito) de um atleta para o outro. Varia de um programa para o outro, e muito mais ainda de um técnico para o outro. Determinadas posições de entrada da mão na água, padrão de respiração, ritmo de batimento de pernas, até mesmo posição na saída de bloco, são todas variáveis que se alternam em diferentes opções com várias formas de bons resultados. Entretanto, existem algumas VERDADES ABSOLUTAS nas técnicas de natação. São técnicas que se enquadram em qualquer nadador, programa ou treinador. São questões que mesmo sofrendo adaptações, são aceites e aplicadas nos atletas de alto nível e padrão técnico. Confira as VERDADES ABSOLUTAS nas técnicas de natação:
1) FLEXIBILIDADE DO TORNOZELO: Nadadores com maior índice de flexibilidade nos tornozelos têm melhores aproveitamentos nos trabalhos de pernas.
2) COTOVELO ELEVADO DURANTE TRAJECTO SUBAQUÁTICO: Talvez a mais absoluta e incontestável de todas elas. Fazer a braçada de qualquer estilo com o cotovelo mais alto do que a mão é uma necessidade.
3) ALINHAMENTO HORIZONTAL: Esta Verdade Absoluta não era tão absoluta alguns anos atrás. O objetivo de minimizar a resistência sempre existiu, mas nesta última década passaram a intensificar o treino de controlo e balanço corporal, equilíbrio, postura e alinhamento.
4) POSIÇÃO DA CABEÇA RELATIVAMENTE AO CORPO: Com muita freqüência nadadores fazem movimentos desnecessários com a cabeça. O fator mais importante nesta Verdade Absoluta é entender que movimentos desnecessários só aumentam a resistência e não acrescentam na ação propulsiva.

Fonte: www.bestswimming.com.br

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Wednesday, October 31, 2007

PAINEL DE DISCUSSÃO “COMO TREINAR UM NADADOR DE 200 LIVRES”

Divulgação de Michael Phelps e sua prova de 200 foi o tema da palestra de Alex Pussieldi directo de San Diego
Publicado em 21/10/2007 PAINEL DE DISCUSSÃO – COMO TREINAR UM NADADOR DE 200 LIVRES

Participação de Mark Schubert, Head Coach da Seleção Americana, Bob Bowman, Head Coach da Universidade de Michigan, Jon Urbancheck, técnico do Club Wolverine, e Tery McKeever, Head Coach da Universidade da Califórnia.

Apresentamos apenas alguns excertos do conteúdo da informação divulgada no site de Alex Pussieldi (http://www.bestswimming.com.br/conteudo.php?id=7498) sobre este tema, importante para que nadadores do nosso clube possam retirar alguns pontos mais importantes sobre o valor do trabalho de pernas no dia a dia de treino. Agradecendo desde já o grande valor educativo das notícias colocadas pelo treinador Alex Pussieldi.

“Mark Schubert – Não há dúvida de que o desempenho em Melbourne foi fantástico, diria até histórico. Mas houve uma parte na competição que parece que realmente despertou a nossa equipa. E isso foi a vitória de Phelps nos 200 livres. O resultado, a forma como foi obtido desencadeou um novo espírito no grupo durante toda a competição.

Bob Bowman – Os 200 livre é a prova mais difícil de ser nadada. Para aprender a nadar, você precisa nadar ela várias vezes. Michael demorou muito para aprender. Os 200 é a prova onde temos de encontrar o equilíbrio e balanço entre a velocidade, a resistência e a experiência. Para se ter um bom 200 precisamos nadar ele muitas vezes. Em Atenas 2004, Michael cometeu dois erros graves. O primeiro deles foi nadar sem atacar, nadou o tempo todo atrás, ele foi muito conservador na sua estratégia. O segundo foram as viradas. Em cima disso, fizemos nosso programa desde então. Um mês antes do Mundial de Melbourne, Michael me pediu o vídeo dos 200 livre de Atenas. Ele deve ter assistido umas 300 vezes isso. Ele realmente estudou Peter Hoogenband. Viu onde estavam as dificuldades e principalmente as fraquezas. Quando Michael virou os primeiros 50 e eu vi que ele estava em primeiro eu até comentei com Mark Schuber que estava ao meu lado: acabou! Eu não falo com Michael sobre as provas durante a competição. Fazemos isso previamente, conversamos muito. Na competição, deixo ele se concentrar e relaxar. Conversamos muito sobre o parcial. Conversamos que seria impossível chegar a 1:44 se não passassemos com 51:00. Para as viradas trabalhamos como nunca. Estamos trabalhando esta parte submersa intensamente desde 2001. Foi muito trabalho. Eu insisti tanto que em determinada época do treino tive de começar a limitar as pernadas de Michael no treino pois ele estava subindo e nadando um ou dois ciclos e já virava. Trabalhamos a forma de fazer a perna submersa se tornar mais forte, maior, tentamos de tudo. Posição de corpo, posição dos braços, tudo foi testado e treinado. É a mesma coisa que fizemos com seu nado peito que até 2002 era medíocre. Na estratégia da prova de Melbourne, Michael começou na frente como planejamos. A subida de seu breakout ainda não é perfeita, precisamos melhorar e na 3ª virada isso ficou ainda mais evidente. O melhor impulso da parede foi o último e acho que foi o que decidiu a prova.

Bob Bowman – Para melhorar o seu nadador de 200 livre, o melhor programa é treiná-lo para os 400 livre. É só prestar a atenção nos melhores nadadores de 200 do mundo: Michael, Thorpe, Vanderkaay, Keller, talvez a exceção seja Hoogenband. Todos os outros são grandes nadadores de 400. O princípio do treinamento é a base. É o alicerce para bons resultados no futuro. Fizemos muito trabalho de velocidade de prova em treinamento. Trabalhos brokens e várias séries de qualidade. Michael aprendeu a crescer nos segundos 100 metros da prova.

Jon Urbancheck – Vários nadadores de 200 livre vieram dos 1500. Casos de Vanderkaay e Keller. Se há uma coisa que Bob Bowman adicionou ao programa de Michigan foi o trabalho de musculação. Ele realmente fez os nadadores aprender a trabalhar duro com sua nova fórmula. Bob Bowman – Uma das estratégias de Michael nos 200 é saber administrar a sua perna durante a prova. E ele começou a fazer isso desde jovem. Ele assiste muitos vídeos e posso garantir que a pernada de seis tempos não é por acaso. Trabalhamos para chegar onde estamos. Várias vezes já coloquei Michael para fora do treinamento, isso quando jovem, várias vezes mesmo por não cumprir determinada meta no trabalho de pernada. Ele chegou a chorar várias vezes por isso mas não baixei meus pré-requisitos.

Jon Urbancheck – Está aí outra grande coisa que Bowman trouxe para Michigan. Não existe pernada fácil em Michigan, não existe mesmo. Peter Vanderkaay tinha uma pernada horrível.

Bob Bowman – Isso faz parte do tradicional sentimento de defesa. Se você não é bom em determinada coisa, você naturalmente não quer fazer esta coisa.

Bob Bowman – Não fazemos grandes trabalhos específicos para melhorar ângulo de flexbilidade de perna, apenas alongamento normal e trabalhamos a pernada forte no treino. Utilizamos pés de pato mas não gosto muito do monofin. Não existe um período exato para se trabalhar pernada. Ela cabe em qualquer hora, em qualquer treinamento. E não sou só eu que trabalho assim. Sei que Frank Busch do Arizona faz seus atletas realizarem duas vezes por semana séries de 3 a 4 mil de pernada. Nosso trabalho de perna chega a 30% do volume total.

Jon Urbancheck – Os atletas precisam entender que trabalho de pernada é trabalho para tempo e não hora de conversar. Também fazemos o trabalho de pernada contra a parede, onde após determinado tempo, eles saem em impulsão nadando forte até o meio da piscina.

Bob Bowman – Dos 30% de pernada que fazemos, 10% é feito de forma submersa. É muito importante a intensidade deste trabalho.

Jon Urbancheck – Você deve treinar do jeito que você vai nadar. Tem de fazer algo no treinamento que será utilizado na competição. Os nadadores de peito tem de fazer pernada de peito. E assim por diante. Eu trato de evitar a prancha, mas também utilizo algumas vezes.

Bob Bowman – Meu problema com monofin é as dores nas costas que pode causar. Já usei antes e tive este problema, assim deixei de lado. Gosto do trabalho de pernada na parede. Utilizamos pés de pato, peso para a pernada, positive fins. Não gosto dos zoomers.”

Fonte: www.bestswimming.com.br

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Monday, October 22, 2007

Qualidades dos Verdadeiros CAMPEÕES

  • Força Mental
  • Ambição 
  • Simplicidade
  • Espirito Ganhador
  • Determinação
  • Humildade
  • Perseverança
  • Generosidade
  • Talento
  • Trabalho
  • Persistência
  • Rigor
  • Modéstia
  • Disciplina
  • Espírito de Sacrifício

Estes foram alguns pontos apontados por atletas portugueses com resultados desportivos de grande nível, como: Nélson Évora (Atletismo), João José (Voleibol), Cristiano Ronaldo (Futebol), Fernando Pimenta (Canoegem), Joaquim Videira (Esgrima), Vanessa Fernandes (Triatlo), Telma Monteiro (Judo), Naide Gomes (Atletismo), Jéssica Augusto (Atletismo), Leila Marques (Natação Adaptada). (Adaptado de Jornal “A Bola” de 21 de Outubro de 2007).

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Thursday, October 18, 2007

Dicas para Melhorar a Pernada


1) RELAXAR AS PERNAS - pernada rápida e potente com um movimento “fácil e relaxado”.

2) POTÊNCIA VEM DA BACIA - a potência verdadeira da pernada vem da bacia. Um bom trabalho de pernada começa na bacia, e é transferido para toda a acção da pernada. A ordem é bacia, perna, joelho, tornozelo e pé.

3) RITMO - ritmo é um elemento fundamental em todos os movimentos eficientes. Pernada forte + pernada longa até conseguir controlar o movimento.
4) PERNADA LONGA - o movimento de maior amplitude consegue criar mais potência e eficiência do que os movimentos mais curtos.

5) FLEXIBILIDADE - a flexibilidade ajuda e facilita uma melhor posição de nado com menor ou quase nenhum esforço.

6) FORÇA - uma boa pernada resulta da combinação de três coisas: pernadas longas (técnica), pernadas relaxadas (flexibilidade) e finalmente pernadas fortes (trabalho de força).

7) TREINO DE PERNADA FORTE - não usar o treino de pernas para relaxar ou conversar com os colegas de equipa. Tentar fazer algumas séries com objetivos determinados e programados.

8) TRABALHO DE PERNAs SUBAQUÁTICO - aproveitar as viragens para tirar proveito do trabalho subaquático.

Fonte: www.bestswimming.com.br

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Wednesday, October 17, 2007

Gustavo Meneses - Evolução 200 Estilos

O nosso nadador Gustavo Meneses, actualmente no Escalão Juvenil A, tem vindo gradualmente a melhorar de forma quase linear a sua marca dos 200m Estilos, quer em Piscina Curta, Quer em Piscina Longa.

Piscina Curta:

Piscina Longa:

Continuando a evoluir assim de forma gradualmente, será que podemos esperar que este ano consiga alcançar os objectivos e resultados para os quais foi “talhado”.

Fonte: www.swimrankings.net

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Tuesday, October 16, 2007

Dieta Pré-Competitiva

De acordo com o desporto em questão, com os seus requerimentos energéticos e índices calóricos, o processo dietético tem que ser adaptado às suas necessidades e ás necessidades individuais dos atletas.
A dieta efectuada antes de uma competição, terá um grande impacto sobre o rendimento e pode inclinar a balança a nosso favor. Além disto, o que ingerimos ou bebemos no dia da competição afecta a capacidade para recuperar entre eliminatórias e o rendimento em cada uma delas (Bean, A. 2006).
No caso específico da natação, caracterizada por esforços curtos e intensos, na sua maioria, assumem importância fundamental os hidratos de carbono. Neste sentido, nos dias anteriores à competição deverá ocorrer um aumento das reservas dos depósitos de glicogénio, os quais as têm muito limitadas.
Segundo Anita Bean (2006), na semana prévia à competição os dois objectivos principais são:
  • Abastecer as reservas musculares e hepáticas de glicogénio.
  • Manutenção de uma boa hidratação.

Um processo clássico de dieta glucídica é a dieta dissociada escandinava, que tem como objectivo a potenciação dos depósitos de glicogénio, em relação directa com os níveis de carga de treino. Contudo, a ingestão de hidratos de carbono tem de ser alvo de cuidados, nomeadamente, em relação ao tempo que antecede a competição. Sabemos que a última refeição sólida deve ser efectuada três horas antes da competição. Podemos beber nas horas antecedentes à competição, mas não ingerir líquidos nos últimos 30 minutos.
A ingestão de hidratos de carbono simples nas 1 hora e 30 minutos, prévias à prova produz um pico de insulina, que baixa a glicémia provocando uma hipoglicemia, exactamente o inverso que desejamos. Por outro lado, a insulina é uma hormona que facilita a entrada de glicose nas células musculares e hepáticas, facilitando a glicogénese e activando a lipogénese e a neolipogénese a partir das gorduras e açúcares excedentes.
Portanto, a ingestão de açúcares simples antes da competição leva a uma impossibilidade de utilização dos ácidos gordos em reserva no tecido adiposo como carburante e assim há um gasto de glicogénio muscular que seria necessário para um melhor rendimento competitivo.
De referir que a dieta antes da competição assume diferentes características em esforços explosivos como os velocistas ou halterofilistas, relativamente aos esforços mais prolongados e moderados como as corridas de fundo e no ciclismo de estrada. Por seu lado, em natação, na generalidade, o atleta participa em mais que uma prova na mesma jornada diária, o que revela uma importância crescente da dieta antes da prova.


Dias prévios à Competição
No caso do nosso nadador, a prova é curta durando apenas cerca de 2 minutos, depende muito da energia do ATC, PC e Glicogénio Muscular. Uma vez que se compete numa prova de velocidade, é importante ter tempo suficiente para recuperar depois da última sessão de treino e assegurarmo-nos que as reservas musculares de glicogénio estão restabelecidas. A presença de danos musculares atrasa a recuperação, pelo que se reduz o treino durante a última semana e descansa-se nos 3 dias prévios à competição (Bean, A. 2006).


Ingestão de Hidratos de Carbonos nos 3 dias prévios à competição para um nadador com 75 kg de peso corporal.

Peso Corporal (kg)
Ingestão Diária de HC equivalente a 7-8 g/kg Ingestão Diária de HC equivalente a 8-10 g/kg
75 525-600g 600-750g

Tabela 1: Ingestão de HC recomendada para desportistas com 75 kg de peso corporal (Bean, A. 2006).


Exemplo de MENÚ para os últimos 3 dias:

Menu Pré-Competitivo (Aporte de 500g de HC)

A.     Pequeno – Almoço:
·          85g de Cereais 
·          200ml de Leite        
·          1 Copo de Sumo de Fruta (200ml)
B.      Meio – Manhã:
·          1 Sanduíche com Geleia
C.      Almoço:
·          Sopa de hortaliça vermelha (200ml)
·          50gr de Peixe
·          300g de Batata Assada
·          1 Pão
·          Peças de Fruta (2 peças)
·          1 Pacote de Queijo Fresco baixo em Gordura
D.      Lanche:
·          1 Barrita Energética
E.       Jantar:
·          Sopa de legumes (200ml)
·          85g (sem coser) de Massa Esparguete
·          60g de Frango Frito
·          2 Fatias de Pão com Manteiga
·          1 Salada de Fruta
F.       Ceia:
·          2 Tostas com Mel
·          1 Iogurte

Nota: Durante as sessões de treino ainda deve ingerir 1000ml de Bebida e no final de cada sessão de treino ingerir 2 barritas de cereais.

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Monday, October 15, 2007

RENAN PEREIRA - 200 BRUÇOS

Vejam esta prova do nosso nadador Renan Pereira, que obteve o título de Campeão Regional com o tempo de 2:39.58 em Piscina Curta.


200 BRUÇOS - RENAN PEREIRA



Será que merece os PARABÉNS???…
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Horários de Pistas de Treino - Cadetes


Nadador do Escalão Cadete:

No quadrado abaixo poderás visualizar os horários de treino e as pistas a utilizar.



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Tuesday, October 9, 2007

Dicas de James Gibson

James Gibson: “Várias vezes sou interpelado para referir quais os meus segredos. Decidi então colocar alguns dos meus segredos, incluindo dicas de treino, como reagir em competição, como organizar a minha vida em função da natação e muito mais. Visitem a minha página web, pois prometo que irei colocando mais dicas e segredos. Para mim, o processo de treino é uma coisa séria, mas sempre existe tempo para algum divertimento.”

  • Não pratiques maus hábitos.
  • Os frutos do teu trabalho serão iguais ao teu nível de empenhamento no treino.
  • Nunca sintas pressão na competição, dá apenas o teu máximo.
  • Olha para os melhores e aprende com eles.

Fonte: www.jamesgibsononline.com

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BRUÇOS segundo James Gibson

 

  • Para ganhar velocidade, termina a pernada com os pés juntos e com plantas do pé voltadas uma para a outra, no final.
  • Para melhorar a pernada, não executes o movimento muito aberto e nem muito fora da linha do corpo.
  • Ao final da acção lateral interior, leva as mãos para a frente com os cotovelos junto ao peito.
  • Mantém o corpo alongado em perfeito streamline por um segundo em cada ciclo. Isto é essencial para te manteres alto na água.
  • Para melhorar a posição do corpo na água, mantém a bacia alinhada com a superfície.

Fonte: www.bestswimming.com.br

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